Código aberto Open source
Software cujo código-fonte é público e pode ser visto, modificado e redistribuído por qualquer pessoa.
Código aberto (ou open source) descreve programas cujo código-fonte — as instruções que fazem o software funcionar — fica disponível publicamente, geralmente sob uma licença que permite qualquer pessoa usar, estudar, alterar e redistribuir aquele código, muitas vezes de graça.
É o oposto do software fechado, ou “proprietário”, cujo código só a empresa dona conhece. O Windows é fechado; o Linux, sistema que roda a maior parte dos servidores da internet, é aberto.
Um exemplo que todo mundo já usou
O navegador Chrome é baseado no Chromium, um projeto de código aberto mantido pelo Google com ajuda de milhares de desenvolvedores voluntários ao redor do mundo. Isso é comum: muitas empresas abrem partes do próprio código para acelerar melhorias e ganhar confiança da comunidade técnica.
Open source na era da IA
No mundo da inteligência artificial, o termo ganhou outro peso: modelos como o Llama, da Meta, e o DeepSeek são chamados de “modelos abertos” porque disponibilizam os pesos treinados para qualquer desenvolvedor baixar e rodar — diferente do GPT da OpenAI ou do Gemini do Google, que só podem ser acessados via API. Isso gera debate, porque nem todo modelo “aberto” libera os dados usados no treinamento, só o resultado final.